segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

O que toda mulher DEVE saber sobre os HOMENS

“A infância é um milagre e uma catástrofe. Um milagre, porque nela vivemos apenas o inédito, o improvável, o inexplicável - apenas o novo. Uma catástrofe, porque é preciso sair dela e não conseguimos”. (Comte-Sponville, 2009, A vida humana, p.30).

Ao contrário do que diz o autor, o mais comum nos dias atuais é a infância sendo facilmente abandonada, principalmente pelas meninas, que são incentivadas pelos adultos a pular etapas, ou seja, pular a fase da infãncia, não viver as meninices da sua idade, e já ir para a adolescência precoce.

Quem ainda não tem filhos, convive de alguma forma com crianças e vê com os filhos dos outros que de fato esta observação é fato, e foi comprovada por cientistas, que enquanto o amadurecimento no cérebro da menina acontece aos 10 anos, no menino vai acontecer somente aos 20 (Quem quiser ler sobre a pesquisa: Cientistas descobrem porque as mulheres amadurecem antes dos homens )

E enquanto as meninas recebem tanto destaque e atenção desde tão novas, os garotos são mais manhosos, mais dependentes, mais sensíveis, mais apegados... mas daí os garotinhos doces crescem e viram...

Que preconceito se você pensou "viado"!! Desde quando achar que sensibilidade anda paralelo à homossexualidade? Então homem não pode sentir nem chorar?

Não! Não pode.

Por conta do machismo do próprio pai e da sociedade em si, eles se tornam peritos em controlar as emoções. Por este motivo minhas amigas, tenham a certeza que, ao se deparar com a indiferença e a neutralidade do seu parceiro, na verdade, ele está praticando aquilo que lhe foi cobrado desde cedo: de que homem não chora!

Também por este motivo que eles não desperdiçam tempo com DRs (discutindo relação): eles são práticos e preferem dar uma solução imediata ao problema! Já é um bom começo se você não der aquele piti e fazer o jogo dele: deixa pra berrar e quebrar os copos quando você chegar em casa. Agora, se ainda não aprendeu se segurar e não souber lidar com essa nova situação, é preferível engolir um sapo, ir embora, e pedir para conversarem a respeito no outro dia, quando sua cabeça já esfriou... e pensou muito a respeito! Ahhhh, lembrando que esta estratégia é ótima porque eles que acabam ficando ansiosos para fazer as pazes logo. Agora, se o seu parceiro é muito orgulhoso, não fica muito tempo esperando ele vir atrás, assim que colocar sua cabeça no lugar e controlar suas emoções, o procure e resolvam da forma mais adulta! Como foi comprovado por estudos da Universidade da Carolina do Norte que a maioria dos homens são vulneráveis à solidão, melhor não deixá-los à mercê porque tem muita mulher solteira querendo namorar, não é mesmo?

Este mesmo estudo comprovou que por conta da testosterona, homens não lidam bem com ciúmes: enquanto nós temos o ciúmes possessivo, proibindo-os de dar aquela esticadinha no bar após o trabalho, ou relaxar no futebol com os amigos, eles já partem para a violência física se percebem urubus rondando seu território... cá entre nós: esta parte adoramos!

Mas uma coisa é certa: eles confiam mais na gente que nós neles (por que será?) e por este motivo, se houver traição, eles até podem trair mais, mas JAMAIS desconfiarão que já fizemos - ou fazemos - o mesmo.


(OBS: Vejam bem, não estou sendo feminista nem incentivando ninguém a trair, porque a intenção única deste post é compreender melhor o cérebro masculino para que o casal possa vive melhor.)

Daí me perguntaram: "Bom Tati, você explicou que o atraso do amadurecimento do homem é questão de maturação, comprovou que eles não lidam bem com a solidão nem com ciúmes, mas como se comportar com homens modernos, que querem que nós dividamos as contas, quando não pagá-las sozinhas?"

Bem, eu não faço esse tipo tão moderno, e não me importo que me chamem de interesseira por isso, porque sei que não sou, não preciso de nenhum homem para me bancar. Sempre digoe às amigas que, já investimos numa super-produção para eles (manicure, depilação, cabeleireira, roupas e lingeries novas), e ainda ter que dividir uma conta? Então prefiro dividir com as amigas, onde a diversão é garantida!

E para provar que isso não é ser interesseira...


...desde que o mundo é mundo, o homem é o chefe da família e o provedor, e isto está intrínseco no inconsciente coletivo da humanidade. Os garotões até podem ‘apelar’ e nos ofenderem, mas dizem isso porque mal bancam o papel higiênico que usam, ainda moram com os pais e tals... porque quando eles chegam em tenra idade e já estão resolvidos profissional/financeiramente, se um dia negaram, agora fazem questão de honrar com a despesa do jantar, do motel, da casa... nem que seja só para impressionar, afinal, não irão fazer a dama abrir a bolsa para rachar um motelzinho de R$ 100, não é mesmo? 

Antecedendo a primeira lição - e que todo pai deveria ensinar aos seus filhos (porque ensinar a ser bons comedores ensinam): este tipo de comportamento se chama CAVALHEIRISMO, mas nós entendemos - não sei até quando - que muitos ainda são garotões e podem não 'sacar' a jogada.

Claro que num relacionamento a longo prazo, num casamento, nada demais um ou outro pagar a conta, mas o que estudos psicológicos comprovam é que se eles ganham o bastante, nem cogitam ou pensam a respeito… ou seja: antes de chamar uma mulher de interesseira, eles deveriam se assumirem pão-duro primeiro!

E para fechar com chave de ouro - também para sossegar o coração das solteiras - saibam que é um mito que os homens não querem casar: meninas, se eles - assim como muitas de nós - querem ‘aproveitar’ a vida, é porque ainda não encontraram a pessoa certa! Não insistam num relacionamento onde o parceiro deixa bem claro que você é só uma amiga… Claro que muitas relações começam assim, mas o que estou querendo dizer, é para você não entrar de cabeça, okay?

Claro que alguns homens têm problemas com o comprometimento, mas 60% da população masculina não tem e deseja sim constituir família, afinal, não fomos 'fabricados' para ficarmos sozinhos, não é mesmo? Outra prova disso, segundo o site Live Science, é que todos os homens que casaram, até mesmos os garanhões aposentados, hoje se assumem felizes com a escolha feita e com a rotina da vida familiar que vivem! Por isso princesas, quanto menos brigarem com eles, mais prazer e vontade de estar com vocês eles terão…sacaram a jogada???

Engulam quantos sapos, rãs, salamandras, forem necessários para brigarem menos; aprendam a controlar os atos instintivos provocados pelos nossos hormônios... mas principalmente, trepem mais! Eles detestam namoradas/esposas com constantes dores de cabeça (o que mais ouvia das minhas clientes garotas de programa era que a queixa masculina é sempre a mesma: que as esposas nunca estão disponíveis nem dispostas para transar! Depois não reclamem...)

Sei lá se você precisa de terapia, de livros de auto-ajuda, ou de brinquedos para se masturbar para se descobrir e se reinventar, mas sei que muitas de vocês precisam MUDAR: pelo bem de vocês e da relação!

Não sou dona da razão, já me casei duas vezes... mas também já vi histórias como a sua, e posso garantir, elas só se repetem. Não custa colocar o conselho em prática, vocês são cheia disso mesmo, de tirar a prova dos nove de tudo... Só não venham me dizer depois que sou uma convencida por saber que mais uma vez estou certa ...

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Monólogos


Desde que me conheço por gente, lembro-me dos inúmeros amigos imaginários: para brincar, discutir, estudar, ouvir meus choros e desabafos. Até que na adolescência ganhei a Jurema, minha ursinha inseparável que me acompanhou até casada...mas dai a pirralha de uma priminha se apaixonou por ela, e me obrigaram a cedê-la...

E quem nunca teve um objeto de valor, um paninho de cheirar ou uma chupeta predileta? Conheço adultos que chupam dedo para dormir até hoje... A questão nem é julgar o quanto estamos crescidinhos para isso, até mesmo porque, se a vida nos obrigou a crescer, podemos até abandonar a chupeta, o dedo ou o “cheirinho”, mas transferimos nossa carência para outro objeto, brinquedos 'permitidos' somente para adultos... somos formais, mostramos ao mundo que já crescemos, mas bem lá dentro ainda existe aquela criança “desamparada”. Mas nem culpo meus pais por sentir esse abandono na infância! Tenho certeza que cada um deu seu melhor,  se erraram foi na tentativa de acertar, porque nunca é 100%, sempre vai ficar uma lacuna porque não existe perfeição… e lamento dizer mas também deixaremos algumas delas na vida dos nossos filhos, porque faz parte da vida, e cada um vive sua história dentro da sua realidade. E assim nascem nossas carências...

Eu creio no dito de um autor desconhecido, que ‘a gente nasce sozinho, cresce sozinho e morre sozinho’. E esta é a mais pura verdade! Podemos ter – ou não – pais para nos amparar e orientar no decorrer do nosso desenvolvimento, mas eles não duram toda a vida, e nossos enfrentamentos são experiências solitárias, onde cada ser vive a mesma experiência de jeitos diferentes, e uns sofrem mais - ou menos - que outros.

Ouvi de uma amiga evangélica que ela não se sente só, porque acredita que Deus está sempre com ela. Mas se sente assim  por que tem depressão? Vive à base de remédios mas acredita que está debaixo das asas do Senhor. Então fico a imaginar onde está esse Deus que permitiu que o Bicho-Papão devore sua vontade de viver, um pouco a cada dia...
Não quero julgar pessoas nem crenças, mas das duas uma: ou ela blefa quando diz que não tem medo da solidão porque tem Deus, mas toma remédio porque tem medo do vazio que carrega... Ou deveria assumir suas neuras, sem sobrecarregar tudo no ombro do Diabo, e reconhecer que nosso maior inimigo somos nós mesmos, e que Deus não tem nada a ver com essa luta.

Eu também tive meus enfrentamentos. Depois do segundo divórcio, quando vi todos meus sonhos se desfazendo, fui me encontrar no hatha-yoga, mas mesmo reconhecendo que tenho um lugar harmônico para estar dentro do universo, ainda assim tenho e vivo meus desequilíbrios, afinal, é sangue que correm pelas minhas veias e faz parte da evolução humana cair e levantar-se. 

É quando percebo que ainda tenho amigos imaginários: eu dirijo  fingindo ter alguém ao lado, monologo comigo - só que na segunda pessoa do singular! E converso mesmo, porque esta outra Tatiana me ouve, me entendem dá conselhos e broncas... As vezes brigamos porque sou muito teimosa, mas ela tem que reconhecer que sigo muito suas intuições ultimamente... Se eu instalasse uma câmera no retrovisor interno do meu carro e divulgasse as gravações dessas conversas num videoblog, tenho total certeza que todos se divertiriam ou teriam compaixão da minha loucura, e eu seria mandada para um hospício!rs
Mas existe outras Tatianas comigo, e a que mais curto é a Crianca: ela adora levar os filhos da Adulta ao cinema para juntos curtirem os desenhos e pipoca caramelada, ou brincar de amarelinha, ou ainda subir com eles em árvores… Claro que eles amam, mas às vezes me questiono se será o faço para agradá-los ou para agradar a criança interna que nunca teve isso? Acho que os dois...
Como na infância fui uma criança-cientista (daquelas destruidoras que quebram o brinquedo só para ver o que acontece), nenhum brinquedo de recordação daquela época me sobrou, mas  hoje eu tenho sobre minha cama uma boneca que era da minha filha Lola, a do Charlie & Lola, e que na animação sempre aparece brincando com sua amiga imaginária. Ironicamente, no criado ao lado… meu inseparável bullet!

Para as que nunca ouviram, bullet é um estimulador clitoriano elétrico, cuja velocidade é controlada, e como dizia um ex, “proporciona um gozo eletrocutado”! Hoje concordo com um antigo amigo de faculdade, que teimava em querer me convencer que eu já tinha uma dependência psicológica a este brinquedo... 

E o que tem demais? Quantos homens são eternos beberrões, e só trocaram as mamadeiras por latinhas de cerveja? Alguns fissurados em X-Box ou jogos on-line, outros colecionam quadrinhos ou miniaturas de super-heróis… Se tem cada louco que relaxa com hobbys por ai, qual o problema de quem relaxa se tocando?

São as benditas carências: somos carentes de amor, atenção, de contato humano... uns mais, outros menos, mas todos somos… e daí?

Reconhecer já é o primeiro passo para aprendermos a conviver com nossas neuras; a medida que aprendemos a nos ouvir, descobrimos outros eus, e quando nos silenciamos para compreendê-los, a alma ganha voz para nos contar sobre coisas que ela gosta e que desconhecemos. Se todos soubessem o quanto é surpreendente as descobertas, não teriam tanto medo de ficar sozinhos.

Mas como não sou paga para dar conselhos – e se os desse talvez fossem os piores, pois sou da opinião de que temos que dar a cara para apanhar para saber se de fato dói – fica somente a dica que ouvi ontem mesmo da minha instrutora de yoga: “nada dura para sempre, tudo passa, então só sinta”.
Então se está doendo, deixa doer: faz parte do aprendizado e amadurece. E se o que tem para hoje são apenas amigos imaginários no lugar de risadas diversas e gostosas na sua sala de estar, ou ainda, um 'bullet' no lugar de uma cama ocupada, não se desespere! Lembra do conselho da minha instrutora, que nada é para sempre, e acredite: uma hora essa urucubaca passa!

Também disponível em http://cerebromasculino.com/monologos/

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

POSOLOGIA: Agite bem antes de usar!!!

Alguns acharão brincadeira ou banalizarão o tema, mas isto aqui é papo sério sim!
Se remédios tem posologia, aparelhos eletrônicos - manual de instruções, porque quando o assunto é sexo, o povo faz questão de disfarçar e mudar de assunto? Insistimos que não deve mais ser tabu, mas quantos de nós falamos deliberadamente do assunto, sem receio, sem pudor, sem medo do que irão pensar? eu por exemplo, quando falo a respeito, me irrito por pedirem para eu baixar o tom da voz… então quer dizer que ninguém mais transa?
Eu ouço muitas mulheres insatisfeitas sexualmente, recalcadas, infelizes, e que não compartilham suas angústias com seus parceiros; muitas sequer admitem que nunca experimentaram um orgasmo! E essa falta de sinceridade afeta os dois lados, porque geralmente, quando não está bom para um, não está para os dois!
Como vivemos na era da comunicação, com tudo exposto na internet (mesmo vendo muita coisa de forma distorcida), as mulheres - e homens também - tem vergonha de admitir que pouco ou nada sabem sobre o assunto. Então, na rodinha de amigas, quando o assunto é sexo oral ou sexo anal, o mais comum é ver aquela risada amarela ou algumas mulheres discretamente se afastando...
Me baseando em opiniões de especialistas, concluo que o problema vem lá de trás, da educação que recebemos desde a infância, mais a questão cultural, a sociedade hipócrita em que vivemos. 
Quando comecei a capacitação em educação sexual, pela Ong Reprolatina, no meu primeiro ano de faculdade de psicologia, eu – ignorante – achei um absurdo iniciar a orientação às crianças com idade a partir de 10 anos. e lembrei-me disso quando vi esta semana, na rede social, pais criticando o sistema de ensino, que vai inserir a partir do próximo ano uma cartilha de educação sexual a partir desta faixa etária.
Não os critiquei, mas fiz questão que discordar da opinião de todos, porque eu também pensava como eles, mas até o final da capacitação, minha opinião mudou. Na época meu filho mais velho coincidentemente tinha dez anos e foi minha cobaia. Ele é prova de que este é o caminho: orientar desde cedo, porque quanto mais cedo se orienta, mais tarde se inicia a vida sexual. Em casa o assunto é tranquilo, falo com liberdade e dou liberdade para os mesmos tirarem suas dúvidas, e o mais interessante, não vejo o desespero e a curiosidade que muitos adolescentes tem por ai, porque sempre deixei claro que é super normal se curtir (eu com quase quarenta anos sou super adepta da masturbação, quem dera um adolescente com os hormônios fervendo). Antes serem orientados por gente competente do que aprender errado na rua... e ver o que acontece hoje: crianças a partir dos dez anos engravidando e contraindo DSTs...
É legal se tocar, descobrir o prazer sozinhas, independente de ser adolescente ou uma quarentona como eu. Apesar de muitas resistirem e acharem que isso é coisa de quem não tem capacidade de encontrar macho (eu discordo, mas não é o momento de defender minha opinião), se masturbar é a melhor forma da mulher descobrir onde gosta de ser tocada, como gosta, com que intensidade, etc. e tal… Como gozar com o outro se não sabemos gozar sozinhas? Pior? Como saber se não estamos sendo enganadas por homens apressados e egoístas se nem sabemos o que é o gozar? (ouvi isso uma vez de uma cliente recém-separada após 22 anos casado: que havia sido enganada pelo ex o tempo todo, pois só então descobriu os prazeres do sexo kkkkk)
masturbacao-feminina
Tem que deixar as neuras de lado, vencer esse preconceito ultrapassado, e mexer bastante na piriquita, perseguida, chiquinha, emengarda, ou o nome que quiser dar. Só um conselho: depois que pegar a prática, cuidado para não exigir demais do parceiro hein, porque ficamos mais exigentes, e se eles sempre gozam, nada mais justo que nos façam gozar também! Essa história de uma rapidinha constantemente não rola né?! O mulheril tem que exigir sim que se capriche nas pré-eliminares, afinal, se na cama vale tudo, é ideal que homens passem a se informar, busque informações da anatomia feminina e de como funciona nosso corpo (e vice-versa), e consequentemente, passem a explorá-lo mais…e sem pressa!
Vocês sabiam que, segundo pesquisa da Ibrasexo (Instituto Brasileiro para Saúde Sexual), as mulheres bem estimuladas nas preliminares (refiro-me a tudo, beijos, cheiros, lambidas, chupadas, e principalmente, clitóris caprichosamente massageados) levam de 8 a 20 minutos de penetração com movimentação ativa para sentir a felicidade do orgasmo?? 
Fala sério, depois de saber tudo isso, não deu uma pontinha de vontade de se tocar ou ser tocada? Então deixem de neuras e receios e agitem-se bem antes de se usarem!rs
Precauções da bula: independente do tempo de namoro/casamento, e da confiança, CAMISINHA SEMPRE por favor!!!! Porque você só garante o seu... do outro infelizmente não há como...

domingo, 20 de dezembro de 2015

Sou gordelícia, e daí?



Via um video de 2013, do vocalista da banda Sorriso Maroto no Domingão do Faustão, assumindo que adora gordinhas por ter onde apertar, que mulher magra é bonito de se olhar, mas apertar um saco de ossos não dá o mesmo prazer...
Achei um fofo ele admitir isso em rede nacional, porque nossa sociedade - principalmente entre as celebridades - as pessoas bonitas desfilam e se relacionam com pessoas bonitas, e as gordas… ah, as gordas são as amigas engraçadas, ou então até servem para trepar, mas tem que ser na surdina!
Lembram da novela 'Amor à Vida' que trouxe este preconceito com a personagem Perséfone? Apesar de todas suas neuras, ela acabou namorando dois médicos lindos, afinal, a beleza de dentro transborda e destaca ainda mais a beleza de fora!
percefaneUma coisa é certa: ainda existe a vergonha de alguns em assumí-las em público, mas na cama, adoram traçar uma gorda! Eu passei a concordar com eles ao ter uma experiência parecida: já tive homens gostosos e sarados, e também gordinhos... e apesar dos malhados serem incríveis de se olhar, que me adianta uma barriga de tanquinho se a torneirinha (ou torneirão) não funciona? Para mim não me importa se fofo ou gordinho, tem que ter pegada e química recíproca... e de todos parceiros que já tive o que me deixou literalmente de quatro e babando, foi justo um fofinho-delícia!
Então compreendi porque os homens gostam das cheinhas: é diferente, é macio, é gostoso apertar as dobrinhas, e o encaixe é perfeito! Esta experiência me marcou porque foi diferente, um serviço completo e diferenciado que os malhados não fazem (se não tomam bombas, se acabam em academias e não sobra tanto pic para nos aguentar hehe), mas principalmente, por ter sido recíproco.
Não me contentando somente com minha opinião, entrevistei alguns amigos mais experientes, com idade entre 29 e 40 anos: casado, solteiro, noivo, magrinho, sarado e gordinho... O mais engraçado na conversa que rolou foi a opinião unânime: que a piriquita carnuda é mais apetitosa. Ela acaricia e abraça o 'brinquedo' enquanto o mesmo desempenha sua função (aiaiai...cada coisa que sou obrigada a ouvir kkk).
Entre todos os comentários sobre a experiência com uma plus size, pude classificar os níveis de prazer que elas proporcionam:
Prazer intensidade P a M:
* no 69 o tamanho dos corpos dificulta a proximidade dos órgãos genitais;
* o mesmo ocorre de ladinho, devido ao tamanho do traseiro dela e se o pênis não for grande, vai ficar sempre escapando;
* no carrinho de mão, se o cara não for forte, não aguenta o peso da parceira não!!!
 Prazer intensidade G, GG e XG:
* De pé e de costas;
* De quatro;
* Frango assado: a gordinha deita de bruços e deixa bumbum muito empinado;
* Cavalgada e cavalgada invertida: na normal, ela fica sobre o macho mas sem pular, só rebolando, e na invertida, ele senta na beira da cama,ela inverte a posição cavalgada, deixando joelhos na cama e mãos no chão;
* Espanhola: nada como ter um peito exagerado para masturbá-lo sem usar as mãos;
* Sexo oral: depois dos travecos, dizem que as gordinhas fazem as melhores chupetas pois chegam até o talo! É, o tamanho delas já diz que são extremamente gulosas!kkk
Uma coisa é certa: elas são totalmente sem vergonha, fogosas, nunca perdem o foco visual e são super bem resolvidas no sexo, afinal, se superaram a vergonha maior de se despirem e se assumirem grandes, não terão vergonha em demonstrar o prazer que sentem.
É, mulherada que fica inconformada por ser traída por esse tipo de mulheres: talvez esteja na hora de vocês romperem o medo e o preconceito e aprenderem a ficar taradas como elas, afinal, quem não dá assistência, perde para a concorrência!!! 😉





Adaptação da minha postagem em 09/10/13 no http://cerebromasculino.com/excesso-de-gostosura/

sábado, 19 de dezembro de 2015

Todas somos ‘Mulher-Maravilha’

Comentava com minha melhor amiga do meu estado depressivo-vegetativo, que coincidi com meu ciclo pré-menstrual (nunca sei se vou explodir em chamas ou em lágrimas), e ela, como toda boa psicóloga, tratou de vir de Limeira para me cuidar da auto-estima:

- Hoje nós vamos nos divertir. Vou te maquiar, você vai ficar linda, precisamos resgatar essa mulher-maravilha!

Com certeza fiquei muito feliz com sua chegada, mas eu não estava uma boa companhia, e por mais que ela se esforçasse eu estava me irritando de tentar ser receptiva.

Deixei me maquiar, mas não deixei pintas olhos. Vesti uma roupa que ela trouxe, mas preferi usar a minha; ela queria meus cabelos esvoaçantes, mas eu sai com eles preso num rabo de cavalo; não usei seu afrodisíaco nem coloquei seus brincos grandes, alias, sai sem brincos...clássica e despercebida!

Ela fala de mim, mas somos muito parecidas...arianas ( já escrevi sobre o perfil do ariano: O que todos devem saber sobre os arianos ) . E apesar de tentar me dar um upgrade, era o que ela também queria para si, tipo, sentir-se cuidada quando cuida do outro?

Enfim. Chegamos no pub e as duas com cara de peça desencaixada do quebra-cabeça:

- Sorria pelo menos.

- Não estou com vontade

- Então finja que está feliz por favor.

- Não sei fingir, não preciso agradar ninguém!

- Precisa me agradar, preciso saber que mesmo chata estou sendo uma boa companhia...você me tirou de casa e me deve isso! – e ela me devolveu um sorriso forçado.

Nada mais interessante para fazer, comecei a reparar nas pessoas. Sinto falta de me divertir assim, como na adolescência: a diversão minha e da minha prima materna era rir das mal arrumadas da noite. E retomando essa época, mostrei-lhe uma Barbie - pois estava na cara de quem rejeita a idade, e vemos isso pelo seu corte de cabelo e jeito infantil de se vestir - um demônia da tasmânia - eu sei, uma coitada, admito que eu sou uma ridícula, mas estou sendo sincera expondo o que eu realmente pensei naquele momento, assim como todos vocês em determinadas situações, também pensam, só não falam ou não admitem.

Pude sentir certo desprezo e julgamento, no seu olhar de psicólogo, por eu avaliar as pessoas pela aparência. Mas como dizia outra psicoterapeuta: não é nem questão de julgamento, mas muitas vezes vemos o que o outro quer mostrar, inconsciente ou não. Ao menos todos estavam 'teoricamente' felizes, bebendo e se divertindo, e nós duas não! Então eu estava me esforçando para me divertir, com um humor sarcástico, concordo, mas como disse, me sentia um peixe fora d´água, e não sabia  como me comportar, só não queria fazer o que todos estavam fazendo. 

Conversa vai e vem sobre homens e sexo – como sempre – e passamos a reparar na vitrine do local: é desprezível a maneira com o ser humano se coloca numa prateleira, estando tão disponível, e na maioria das vezes, em troca de nada. E não critiquem que mais uma vez estou julgando, afinal, é o que vemos nas baladas! Até comentei que me sentia numa vitrine, mas na sessão de produtos vencidos... ela concordou que sentia o mesmo hahahahaha:

- Quer saber? Se foda os outros! Saímos para ‘pegar’?

- Não. Para curtirmos nossa amizade e a banda.

- ... que é péssima por sinal.

- ... e os homens também! Você já se viu um lugar com tanto homem feio junto?

Na hora pensei: depois vem me lançar um olhar julgador, me fazendo sentir-me mal, me chamando por Malévola, e só porque eu estava à reparar? Mas eu estava gostando dela começar a falar minha língua, então ao menos naquele momento, não devolvi esta observação, e só respondi: 

- Mas não saímos para paquerar lembra?

- Mas é gostoso estar num ambiente ‘agradável’.

- Desculpa amiga, mas todos os homens bonitos e bem sucedidos com certeza a essas horas, estão aproveitando as férias  numa viagem...

E ficamos psicologando no decorrer da noite, ignorando um alemão que só estava tentando falar português e fazer amigos (mas arianos são fechados, fazem amizade se querem, e quando querem)...até encostar na frente do mesmo balcão que estávamos, a glamurosa mulher-maravilha.

Como posso descrevê-la: morena mediana, de olhos amendoados e franjinha, com bochechas salientes (se não fosse pela sua condição social, diria que eram artificiais), e uma roupa escandalosamente vulgar e horrorosa, que mais parecia uma fantasia da heroína: um vestido curto e justo azul royal, com estrelas brancas, que delineava um corpo nada bonito, cuja cava saía da cintura às costas, deixando-as totalmente despidas... sem falar da sua postura arcada! Segurei meu riso para não humilhá-la, afinal o que eu era melhor que ela? Ao menos ela estava se divertindo... mas não me contive ao comentário, então virei-me para o outro lado: 

- Olha a mulher maravilha amiga! – e ri horrores.

- Pára coitada. Como você é má.

- Lá vem com você com seu olhar humano. Ela com certeza é uma pessoa boa e legal, não estou questionando isso, somente que não tem bom senso para se vestir.

- Vai ver não tem dinheiro para se vestir bem.

- Não somos ricas, nossas roupas não são de grifes, e estamos bem vestidas. Aliás, minha tia costurou este vestido, e não me saiu R$ 70.

- Ela está feliz assim.

- O-k-a-y – finalizando o assunto. Mas ela insistiu em prosseguir:

- E se ela chegar para você e perguntar do que você achou graça?

- Responderei quem ela pensa ser para achar que é tão reparada e o meu assunto da noite enquanto eu tenho coisas melhores para fazer num bar? Eu tenho outros motivos para rir, acredite!

- Arianos têm resposta para tudo.

- Somos... se esqueceu?

E comecei a dançar uma música que amo.

Sentei, e passei reparar minha amiga, seu desdém para com a mulher-maravilha:

- Te peguei, e não seja hipócrita!

- O quê?

- Seu olhar de desprezo.

- Paro com isso, nada a ver.

- Vai dizer o que desse olhar então? - e a imitei, e ela riu muito.  E ainda me atrevo a dizer: primeiro você me julgou mentalmente por eu tê-la julgado, e isso te coloca no mesmo lugar que eu. E agora eu pude ler nos seus olhos a pena que sentiu dela estar tão ridícula, então lhe peguei julgando pela segunda vez. 

Ela ficou rindo por eu ser tão acertiva – ou sensitiva? – e continuei:

- E tem mais! Você está tão inconformada dela não ser bonita, mal vestida, e ainda estar pegando um homem, enquanto você está uma divã e ninguém chegou em você!

Desmascarada, ela entregou os pontos e vomitou tudo que estava pensando a respeito. Agora estávamos tendo uma conversa sincera!

Eu falo: não sou bruxa, mas sou capaz de ler pensamentos, e isso me incomoda muito porque na maioria das vezes tenho que disfarçar o que sei que os outros pensam/sentem definitivamente de mim...

Entre a curtição de um ou outro clássico, reparávamos nos casais se paquerando: estava explícita a atração mútua mas sem iniciativa por ambas as partes.

- Odeio isso nos homens Tati. Comigo o cara quer ou não quer, não me rodeie que acabo com a raça.

- Ah amiga, somos parecidas né: 8 ou 80. Eu no lugar dessa loira ao lado não teria me aguentado: iria até ele se fosse em outras épocas, mas hoje o mais provável é que desistisse por reconhecer nele um tremendo cara  idiota e que nem sabe chegar numa mulher.

Disse isso  porque testemunhamos um idiota de 30 anos mandando o amigo chegar numa loirinha que ele estava paquerando. Eu não sei o que ela respondeu, mas em seguida este cara puxou uma outra e a beijou na boca. Mais infantil da parte dele ao terminar o beijo, pois flagramos ele virando para ver se a loira olhava.

Não aguentei, tive que comentar esse flagra com a vítima, que sentava ao meu lado. Daí ela se desabou a reclamar, inconformada com a atitude dele!

- Sabe o que é querida - respondi - as mulheres precisam estar menos disponíveis. Repare a sua volta: elas ficam desesperadas caçando até cruzar o olhar com um homem que as repare! Desespero para dar, para arranjar namorado, ou para mostrar á amiga que não passou a noite sozinha? Se você quer ser bem comida? Então vá para São Paulo, ou qualquer outra cidade maior! Os homens do interior (ao menos da região) se acham! E se valessem o quanto se acham, ainda vai, mas eu nem perco meu tempo com eles porque estes não sabem fazer nem terminar o serviço!

Ela concordou que os últimos caras que transou foram péssimos... então não é melhor refletir sobre as futuras investidas? Não me conformo da mulher-moderna reduzir seu valor. Não há problema em ser totalmente sexual, mas de banalizar sua sexualidade e se entregar como brinquedo a homens que nos usam. E  encho a boca para dizer que eles nos usam sim, porque eles não nos deixam tempo para também os usarmos – o que torna essa troca muito injusta! Precisamos passar por isto???

À caminho do carro – já era umas duas horas da manhã - ela voltou ao assunto por mim esquecido:

- Mas até a feia beijou Tatiiiii!!!!

- Mas você queria ser beijada por qualquer um? Porque ele não ia pegar coisa melhor que ela.

(E lembrei ironicamente da música: ♫ Foge! Foge Mulher Maravilha. Foge! Foge! Com Super-Man.Você é minha Maravilha e eu sou seu Super-Man. No swing aqui do Leva eu quero ver você meu bem! ♫)

- Vai ver para ele, ela é uma mulher-maravilha, não é mesmo? - ela perguntou.

- De certa forma todas não são?

E completei:

- O que seria do branco se todo mundo gostasse do preto? A vulgaridade dos dois estava explícita, se completam e se merecem como casal e que se curtam mesmo. Nossa história é outra amiga, arianas são exigentes e não se contentam com pouco. 

 - Mas ele mesmo feio e baixinho, era bonitinho para ela...

- E sentir inveja? Não estou lhe reconhecendo! Mulher maravilha sou eu, aliás, SOMOS NÓS, que preferimos ser assexuadas que banalizar nossas entregas - respondi gesticulando e falando alto como toda matriarca italiana...

- Que somos inteligentes e conseguimos ter uma conversa num nível intelectual que poucos têm ...

- Pois é...

- Lutamos e educamos nossos filhos sozinhas...

- Também. E conseguimos nos divertir e fazer dessa noite uma grande noite de amigas, sem precisar ter homens envolvidos!

E ficamos conversando sobre eles, relacionamentos, comportamento e sexo até cinco horas da manhã. Quando a deixei na sua casa ela me disse ao sair do carro:

- Obrigada amiga... Obrigada por ser tão generosa, por ser tão minha amiga, me compreender, por mandar beijos para as pessoas nas ruas, por me ter cedido sua cama deliciosa para descansar, cuidar de mim quando eu vim para sua casa cuidar de você...enfim, por ser esta amiga tão 'maravilha'!

- Eu que lhe sou grata – e me curvei. 

Voltei bem devagar de Limeira pela estrada vicinal - gosto de reparar na natureza - e pensando na nossa amizade, que eu sempre senti muita falta de amigas que me fossem empáticas e não simpáticas. Geralmente eu falava das minhas neuras e desejos com os amigos homens: eles nunca me julgavam, mas sempre acabavam erotizando no final...
Agora, a noite anterior não teria acontecido, nem teriamos nos divertido, se a amiga não tivesse me tirada à força de casa... inclusive, eu não teria me deparado com outro ‘tipo’ de mulher-maravilha, e não pensaria no meu papel como mulher:  eu não precisei paquerar ou ser paquerada (também nem reparei se o fui), nem de me sentir linda ou fodástica, e mesmo assim tivemos uma noite e tanto...

De uma forma que nem ela imaginou, ela conseguiu o que queria: me levantou a auto-estima por me fazer sentir como à uma mulher- maravilha de verdade!!!

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Entenda melhor o sexo oposto, e viva melhor com ele

Uma senhorinha que conheci na padaria, me elogiou por me ouvir defendendo os homens, e por eu não pensar como as mulheres modernas. Fiquei lisonjeada, porque quando abro a boca as mulheres se ofendem ou acham que eu quero aparecer com minha exuberante inteligência (risos)...mas o elogio vindo de uma mulher experiente prova que não falo tanta besteiras assim... mas não sou tão retrógrada assim, sou mais moderna do que muitas, só acho que tanto os homens quanto as mulheres se esqueceram dos seus verdadeiros papéis.

Claro que faz bem para o ego provar que somos tão capazes quanto eles, eu mesmo me pego concorrendo com os homens desde sempre, mas penso que a mulher se defende tanto, compete tanto para tomar seu lugar de direito... que esqueceu do seu papel social desde que o mundo é mundo. Por exemplo, hoje ela se importa mais em provar que pode ganhar tão bem quanto seu parceiro, e paga um preço por delegar a função de educar seus filhos à babás e berçários - não se dão conta que perdem a melhor fase da vida deles, mas não se dão conta disso, algumas devem achar que eu blefo, mas o que escrevo é com apoderamento, e o reflexo desse comportamento está na geração nem-nem que vemos hoje!

Não importa se são mães, donas-de-casa, estudiosas, trabalhadoras, um espírito livre ou todas as coisas ao mesmo tempo: toda mulher tem um pouco de guerreira dentro de si, e eu também sou uma delas. Assim como muitas feministas, estou sempre a provar que posso tanto quanto eles.Porém, em quesito coração, o que mais todas mulheres desejam intimamente, é serem dominadas, amparadas e amadas... é quando essas disputas de inteligência e poder nos prejudicam: nos queixamos da falta de iniciativa e romantismo deles, que eles não abrem a porta do carro, não puxam mais a cadeira, muito menos pagam sozinhos a conta do restaurante ou do motel... mas foram as mulheres que quiseram se emancipar e lutaram por isso, então não reclamem  por direitos iguais, muito menos que eles deixem para vocês a conta depois de passarem a noite juntos!
Mulher é um bicho de sete cabeças difícil de se entender. Reclamam se estão solteiras, mas também não está bom quando namoram: está sempre a apontaro defeito do cara, vive criticando, reclamando... ué, se você não gosta de homem que frequente bar, porque foi arranjar um namorado que goste? Para brigar com ele o tempo todo? Ninguém muda ninguém, portanto ou o  aceite como é - afinal você se apaixonou por ele assim - ou se assuma solteira de vez querida! 

Penso que os relacionamentos seriam bem melhores se as pessoas compreendessem e e ACEITASSEM as diferenças, principalmente aquelas que estão embutidas no modo de agir e pensar entre os sexos!

Não sei se porque cresci vendo meus pais brigando e tomei isso como normal, que aguentei o primeiro marido por tanto tempo... mas só quando vivi uma relação diferente, gostosa e madura que compreendi o que é ter uma relação verdadeira e saudável. É fundamental compreender que não precisamos nos habituar às brigas, mas ser adultos o suficiente para mudar o que for preciso, nem que a melhor escolha seja seguir seu caminho sozinho.

Eu sei que não existe perfeição, que todo casal tem problema e diferenças, mas tem que ter consciência que os  relacionamentos podem ser perfeitos sim, se as pessoas procurarem viver melhor: o amor muda as pessoas, mas as mudanças começam a partir de nós! Mude e todo seu ambiente e as pessoas que convive também mudarão! Tenha coragem de ser você, de libertar essa mulher aí dentro que anseia por liberdade sexual ou liberdade de expressão, e se ame em primeiro lugar, se valorize, se encontre, não deixe que um outro pise em sua auto-estima, sua auto-descoberta, proibindo o contato com sua verdadeira essência... mas sem amor não dá...nenhum relacionamento se mantém sem ele...
Abaixo eu sugiro dois links interessantes , que comparam o cérebro do homem com o cérebro da mulher, e a partir dessa compreensão, aprender respeitar as diferenças.

Cientificamente é comprovado  certos comportamentos no(a) parceiro (a) pois estes são inatos (assim como o reflexo do bebê), mas certamente terá uma visão diferente, e se for madura o bastante, aplicará no seu dia-a-dia, melhorando a relação, porque brigará e cobrará bem menos...

Primeiro tentem se entenderem, mas se depois de inúmeras tentativas reconhecer que será mais feliz sozinha, ou quem sabe, com uma outra pessoa, não tenha medo de mudar, de fazer a escolha que acredita ser certa, afinal, quando se é sincero com os sentimentos, é só aguardar que o Universo conspira a nosso favor, envia na hora certa envia a pessoa certa também!

Tem uma canção da cantora gospel Aline Barros, que adoro e sempre recordo nos momentos de transições: "Quando Deus está em silêncio é porque está trabalhando por nós"... então aprenda a esperar as mudanças, mas faça sua parte sempre!

1. Neste primeiro link entenderá as funções cerebrais de cada sexo
2. Já o link abaixo é um vídeo engraçado e prazerosa, onde você aprenderá a respeitar as diferenças